Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência é reativado em Teresópolis

Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência é reativado em Teresópolis

Teresópolis, 8 de outubro de 2019 – Nesta segunda, dia 7, foi definida a nova composição do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, que define políticas e promoções para promover a defesa e garantia dos direitos das pessoas deficientes em Teresópolis. 

Foram eleitos cinco conselheiros, além das três entidades que vão representar seus assistidos: APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), Instituição Teia e ASSIND (Associação Síndrome de Down). Representando as pessoas com deficiência, o conselho vai contar com Diogo Trindade, que tem Síndrome de Down. Também farão parte Cristiane Rocha, Eliete Lucena, Michelle Oliveira e Pâmela Canabal.

A eleição aconteceu durante um Fórum no Centro Administrativo Manoel Machado de Freitas. Estiveram presentes o secretário de Desenvolvimento Social, Marcos Jaron, representantes da sociedade civil, de ONGs da cidade e de demais secretarias da Prefeitura. 

Jaron destacou a importância dos conselhos para a cidade: “O primeiro compromisso dos conselhos é fazer com que o cidadão seja presente, ativo e comprometido na sociedade. Porque as coisas só vão melhorar quando todos exercemos nosso verdadeiro de papel, que é sim de cobrar, mas também de participar, atuar e agir junto com o poder público. Este era o último conselho que faltava ser reestruturado, e agora a gente completa essa missão. Estamos muito felizes e confiantes que vamos trazer muitas conquistas para Teresópolis”.

A Mesa Diretora também foi eleita durante a reunião, e vai contar com a assistente social Cristiane Rocha como presidente, e a advogada Pâmela Canabal como vice. Já o cargo de primeira secretária ficou com Michelle Oliveira, do grupo Mães Especiais de Teresópolis, enquanto Ana Esteves, assistente social e servidora pública, ficou como segunda secretária.

A presidente do Conselho, Cristiane Rocha, comentou sobre a importância das políticas públicas para inserir as pessoas com deficiência na sociedade: “Eu tenho um filho deficiente que tem 20 anos. É uma fase nova, porque a gente pensa muito na fase da escola, mas e agora? Como inserir essa pessoa no mercado de trabalho, por exemplo? Tem três meses que eu gravei um áudio do meu filho falando sobre o quanto ele queria trabalhar, casar, ter filhos… Então a gente precisa da participação dos pais para que eles tenham voz e consigam ser inseridos na comunidade. Eles podem ir muito além, basta que a gente dê asas pra eles voarem os voos que quiserem”.

Fonte: Assessoria de Comunicação de Teresópolis